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Fotobiomodulação pode estimular a produção de energia cerebral e favorecer mecanismos de neuroproteção

neuroforceneuromod
23 de jun.
1 min de leitura

Atualizado: 25 de jun.


Resumo

Uma revisão publicada em 2024 analisou as evidências sobre o uso da fotobiomodulação em doenças neurodegenerativas. Os autores descrevem como a luz vermelha e infravermelha pode interagir com as mitocôndrias, aumentar a produção de ATP, modular processos inflamatórios, favorecer a neuroplasticidade e contribuir para mecanismos de proteção neuronal observados em estudos experimentais e clínicos.


Principais Achados

  • A fotobiomodulação atua principalmente por meio da absorção da luz pela citocromo c oxidase, importante enzima mitocondrial.

  • A ativação mitocondrial aumenta a produção de ATP, principal fonte de energia celular.

  • A técnica pode modular o estresse oxidativo e reduzir processos neuroinflamatórios.

  • Estudos demonstram aumento de fatores neurotróficos como BDNF, associados à neuroplasticidade e sobrevivência neuronal.

  • A fotobiomodulação também pode favorecer o fluxo sanguíneo cerebral e a função mitocondrial.

  • Resultados promissores foram observados em modelos experimentais de Alzheimer e Parkinson.


O que isso significa na prática?

O cérebro é um dos órgãos com maior demanda energética do organismo. As evidências atuais sugerem que a fotobiomodulação pode influenciar mecanismos relacionados à produção de energia celular, regulação da inflamação, proteção neuronal e neuroplasticidade. Esses efeitos ajudam a explicar o crescente interesse científico pela utilização da luz vermelha e infravermelha como ferramenta complementar em intervenções voltadas ao funcionamento cerebral.



Referência

Shen Q, Guo H, Yan Y. Photobiomodulation for Neurodegenerative Diseases: A Scoping Review. International Journal of Molecular Sciences. 2024;25(3):1625. DOI: 10.3390/ijms25031625.
 
 
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