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Neuromodulação não invasiva: como a ciência está utilizando a plasticidade cerebral para promover mudanças no funcionamento do cérebro

neuroforceneuromod
23 de jun.
1 min de leitura

Atualizado: 25 de jun.


Resumo

Uma revisão publicada na Canadian Journal of Neurological Sciences apresentou as principais técnicas de estimulação cerebral não invasiva utilizadas atualmente na pesquisa e na prática clínica. O artigo descreve como diferentes formas de neuromodulação podem influenciar a plasticidade cerebral — a capacidade natural do cérebro de se reorganizar e adaptar seus circuitos ao longo da vida.


Principais Achados

  • O cérebro mantém capacidade de adaptação e reorganização por meio da plasticidade neural.

  • Técnicas de neuromodulação podem influenciar a atividade de circuitos cerebrais de forma não invasiva.

  • Diferentes modalidades apresentam aplicações potenciais em neurologia, psiquiatria, reabilitação e desempenho cognitivo.

  • Algumas técnicas possuem evidências mais consolidadas, enquanto outras ainda estão em expansão científica.

  • A combinação entre neuromodulação e treinamento cognitivo ou reabilitação pode potencializar resultados em determinadas condições.


O que isso significa na prática?

A neuromodulação não invasiva representa um conjunto de ferramentas que busca favorecer processos naturais de adaptação cerebral. Embora cada técnica possua características próprias, todas compartilham o objetivo de influenciar a atividade de redes neurais associadas a funções cognitivas, emocionais e comportamentais.



Referência

Bhattacharya A, Mrudula K, Sreepada SS, Sathyaprabha TN, Pal PK, Chen R, Udupa K. An Overview of Non-Invasive Brain Stimulation: Basic Principles and Clinical Applications. Canadian Journal of Neurological Sciences. 2022;49(4):479–492. DOI: 10.1017/cjn.2021.158.
 
 
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